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O diário de um louco nordestino estudante de cinema que vive colhendo histórias para seus filmes e escrevendo aqui o que é considerado lixo, mais muito importante

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O diário de um louco nordestino estudante de cinema que vive colhendo histórias para seus filmes e escrevendo aqui o que é considerado lixo, mais muito importante
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Terra Blog

04.08.06

Deus disse : desce e arrasa!!!!!!!!!!!!!!!!!!

olá bibas...

tou de volta ao meu diário virtual, babados e mais babados... Bem como sabem moro agora na terra do nunca ( nunca sei nada o que ta acontecendo com o mundo), mais ta legal, muita paz... meditação e homens. Como todos sabem este mês é o mais temido por todos, comemora-se a festa de pombagiras e exus ( buuuuuu!!!!), eu amo este mês... acho que tou começando a gostar de alguem, um negão absurdo, ele sempre esteve no meu caminho mais nunca dei mole, pois estava ocupado em gostar de outra pessoas ( bahhhhhh esquece!!!), não sei se quero compromisso, ou viver curtindo aventuras que mataria de inveja qualquer porno star... saudade de uma amiga que fazia shows eroticos( bárbara).

Vou te mais tempo de postar aqui meus babados, tenho que terminar meu roteiro a equipe paralela me aguarda, não quero decepcionar.

olha ai umas indicações de filmes, exposições e músicas...

filmes em cine e DVD:

MIAMI VICE ...

Francis Ford Coppola chegava radiante ao Festival de Cannes de 1979 com as latas de seu Apocalypse Now debaixo do braço, após uma longa e dolorosa gestação de quatro anos na qual ele estourou prazos e orçamento, perdeu o set com um furacão tropical e afundou na selva filipina maltratada pela malária — eventos que aumentavam o mistério sobre o que haveria naquele material tão dramaticamente filmado. Uma expectativa comum a obras de cineastas do primeiro escalão, aqueles que levam a cabo seus projetos, como o norte-americano Michael Mann, cujo filme mais recente, Miami Vice, foi lançado nos Estados Unidos em clima semelhante ao da estréia do antiépico de Coppola. No dia 25/8/06, o longa chega aos cinemas brasileiros.

A grandiosidade do projeto de Mann alimentou um repertório de histórias, espalhadas pela imprensa antes da estréia nas salas americanas. Conta-se que as filmagens saíram de uma Flórida sob risco de tornado para algumas cidades latino-americanas, como Ciudad del Este, no Paraguai, onde Colin Farrell, um dos astros do filme, teria sofrido uma overdose de cocaína. O ator Jamie Foxx, por sua vez, criou tumulto quando percebeu que seu salário seria inferior ao do colega, já que havia assinado contrato antes do Oscar por Ray. Tudo isso sob um orçamento que saltava dos acertados US$ 125 milhões para mais de US$ 180 milhões, e com Mann triplicando os 90 dias previstos para as filmagens, tantas as tomadas repetidas até o limite da perfeição.

Esse rigor atribuído ao cineasta já estava presente na versão televisiva de Miami Vice, exibida entre 1984 e 1989, da qual Mann foi produtor executivo e “guru estilístico”, criador e inspirador do visual e da trilha que consagraram o seriado. Tomando emprestada uma linguagem mais cinematográfica, a série acabou virando um modelo para os filmes policiais dos anos 80.

Pela opinião dos críticos norte-americanos que conferiram o novo longa, trata-se de um passo à frente do belíssimo resultado estético de Colateral (2004), que Mann fez também em parceria com o fotógrafo Dion Beebe. No trabalho recém-lançado, eles filmam boa parte das cenas com uma câmera digital de alta definição que roda a 24 quadros por segundo (como a captação em película). O resultado destoa da série, mas é condizente com o procedimento que o cineasta adota em suas produções desde a década de 1990: mostrar sua visão pessoal da “realidade”, captando as imagens sempre em locações, espaços reais, jamais em estúdios.

ABORDAGEM CRÍTICA
Miami Vice, o filme, mantém a mesma dupla policial do seriado, o irreverente James “Sonny” Crockett (Farrell) e o mais comportado Ricardo Tubbs (Foxx), ambos infiltrados no crime organizado, agora globalizado e avançando além de Miami e além do tráfico de drogas. Os tiras vão até o limite, em meio a traições múltiplas e mudanças de identidade, situação agravada com o amor um tanto “proibido” de Crockett pela namorada do vilão (interpretada por Gong Li). Tais fatos põem em risco a amizade dos heróis e fazem com que desmoronem psicologicamente.

Levando em conta a filmografia do diretor, Miami Vice tem tudo para ser um thriller digno do mais espetacular filme de entretenimento, porém com uma abordagem mais crítica e politizada das situações e apresentando personagens que enfrentam o mundo e tentam, em vão, aplainar o empenamento de suas vidas. Trata-se de uma visão e tanto para alguém que trabalha em consonância com a indústria cinematográfica americana, apoiado num cinema “contador de histórias”, sobretudo o policial, e que demanda recursos de produção — um repertório herdado por Mann desde quando escrevia roteiros para a TV nos anos 70. Apesar de ter dirigido apenas nove títulos em 25 anos desde sua estréia na direção de longas, com Ruas da Violência (1981), Mann sempre esteve no controle de todos os seus projetos, como o Miami Vice da TV.

DVD:

O NOVO MUNDO

O que esperar de Terrence Malick? Diretor bissexto, acostumado a brigar pela integridade de suas imagens, Malick, de 62 anos, demora para financiar seus projetos. O Novo Mundo é apenas o seu quarto longa. No entanto, não há como negar que se trata de um verdadeiro autor. Em seu filme anterior, Além da Linha Vermelha (1998), a câmera passeava entre matas e rios, enquanto a guerra rolava fora de quadro. Mas sua preocupação estética — que procura a abstração e se afasta propositadamente da história para mostrar o belo — perdeu-se no peso da produção de quase três horas de duração.

Mais pessoal e resolvido, O Novo Mundo transpira Malick em cada fotograma. É seu melhor filme desde Terra de Ninguém (73). Ao narrar o estabelecimento de uma colônia inglesa na costa americana, onde viria a ser o estado da Virgínia, e o envolvimento do prisioneiro John Smith (Colin Farrell) com a nativa Pocahontas (Q''''Orianka Kilcher), o diretor torna a ser fiel à sua maneira de entender o cinema. Sua câmera novamente se volta para a natureza, fixando-se em detalhes como quem quer alcançar o sublime e rendendo imagens que parecem servir de material para alguma obra new age.

OPÇÃO RADICAL

O uso inteligente e ousado de elipses constitui outro diferencial, que leva o espectador à estranheza. Anos se passam em segundos, e acontecimentos importantes não são vistos na tela. A elipse é um efeito muito utilizada na narrativa visual, do cinema mudo às telenovelas. Mas Malick radicaliza no uso do efeito, pois são raras as cenas que servem para trazer o público para a história e que, de fato, explicam o que está acontecendo. As vozes em off, dos protagonistas, também são usadas para desnortear o espectador. Ouvimos os pensamentos de Smith e Pocahontas, enquanto as imagens se detêm em ações simples como flertes entre eles ou uma brincadeira entre os selvagens. A intenção é entregar ao público a tarefa de buscar um ponto qualquer de ligação com o mundo real, algo concreto que lhe permita acompanhar o que se passa na tela e assim dialogar com o longa.

A coragem de exigir muito dos espectadores resultou em mais um fracasso comercial de Malick nos Estados Unidos, apesar do entusiasmo de grande parte da crítica. O diretor construiu uma obra sólida, mesmo tendo feito poucos filmes, ao optar por uma proposta estética difícil de vingar nas bilheterias de hoje. É um bravo, lutando contra os modismos e nos levando, ainda, aos limites do cinema.

O que já se disse:

“A intenção de Malick é clara: Pocahontas é a Eva americana, a primeira mulher dessa cultura híbrida que viria a se formar e aquela que concentra em sua figura os movimentos de sedução e hostilidade que índios e europeus atravessariam.” (Isabela Boscov na revista Veja, 12 de abril/06)
SERVIÇO .

MÚSICA:

NELLY FURTADO ( só colocarei aqui sons que gosto)

Loose é o terceiro álbum da consagrada cantora canadense de apenas 27 anos, Nelly Furtado, que alcançou a primeira posição da lista de mais vendidos na Billboard 200, ultrapassando a marca de 100 mil cópias nos Estados Unidos, em apenas uma semana. São 12 faixas em que a artista aposta no r&b e hip hop, incluindo "Promiscuous", "Maneater" e "Showtime", alguns destaques. Vale a pena conferir!




 

 

  • criado por  bartts criado por bartts
  • Postado em 16:51:38
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